" CONHECEREIS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ "

sábado, 11 de janeiro de 2014

TRANSCENDENTE

Transcendência-Imanência-Transparência

Teólogo, filósofo e escritorLeonardo Boff
Adital
Não há tradição cultural que não se refira a um Princípio criador ou a uma Energia originária ou simplesmente a Deus. A grande questão é como expressar essa Realidade. Aqui, mais que os teólogos que falam sobre Deus, contam os que falam com Deus, como os místicos e os profetas, cujo testemunho não pode ser negado. Na história do pensamento se delineiam três maneiras de falar com referência a Deus.
A primeira fala de transcendência. Deus é tão outro que tudo o que dizemos dele é mais mentira que verdade. O melhor é calar ou apenas sorrir amavelmente como Buda.
A segunda fala de imanência. Deus é experimentado de forma tão intensa que ele se anuncia em cada coisa. Assim vem enraizado dentro do mundo. E é chamado por mil nomes.
A terceira fala de transparência. Busca um caminho intermédio. Deus não pode ser tão transcendente, pois se assim fosse, como saberíamos dele? Ele deve ter alguma relação com o mundo. Anunciar um Deus sem o mundo faz, fatalmente, nascer um mundo sem Deus. Também não pode ser tão misturado com as coisas que acaba sendo uma parte deste mundo. Se Deus existe como as coisas existem, então Deus não existe. Ele é o suporte do mundo não porção dele.
É aqui que tem sentido a transparência. Ela afirma que a transcendência se dá dentro da imanência sem perder-se nela, caso contrário não seria realmente transcendência. E a imanência carrega dentro de si a transcendência porque comparece sempre como uma realidade aberta a intermináveis referências. Quando isso ocorre a realidade deixa de ser transcendente ou imanente. Ela se faz transparente. Encerra dentro de si a imanência e a transcendência. Tomemos o exemplo da água. A água é água, jorrando da fonte (imanente). Mas é mais que água. Simboliza também a vida e o frescor (transcendente). Ao transformar-se em símbolo de vida e frescor, a água se torna transparente para estas realidades. E o faz por ela mesma e nela mesma.
Essa talvez seja a forma mais sensata de falar sobre Deus e a partir de Deus. Na forma do paradoxo. Por um lado devemos afirmar que todas as nossas palavras são inócuas. De Deus não podemos fazer nenhuma imagem. Por outro lado, não podemos dizer que Deus é o totalmente indeterminado, qualquer coisa vaga, um fundo sem fundo. A realidade de Deus (não sua imagem) é um concreto concretíssimo, o ser em plenitude, portanto uma realidade concreta, mas sempre para além de qualquer concreção. É representado pela água mas ele não é água. Identificar água e Deus é cair na idolatria.
Nesse paradoxo a transparência ganha relevância. Ela faz que o inatingível (transcendência) se torne atingível através e dentro de algo concreto (imanência), mas transfigurado-o em símbolo (transparência). É o que o cristianismo afirma de Jesus. Ele é um camponês/artesão mediterrâneo (imanente), mas que viveu de tal modo (transparente) que nos permitiu entrever Deus (transcendente). "Quem vê a mim, vê o Pai". Como? Na forma como se dirigia a Deus, chamando-o de Paizinho querido (Abba), o que supõe que se sentia seu filho. Depois, agindo de um jeito que sua existência era uma pró-existência, vida para os outros, especialmente, os últimos e desprezados. O que disse e fez, foi para nos induzir a ter a mesma atitude que ele teve. Assim descobriremos que somos também filhos e filhas, em comunhão com ele.
Ele se fez transparente para Deus, não rebaixando os que vieram antes dele, mas radicalizando seu dinamismo, tornando-se um ponto referencial. Deus, então, está no mundo, mas para além dele.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

DEUSAS

     DEUSAS
1) http://pt.wikipedia.org/wiki/Deusa

     DEUSAS ANTIGAS
2) http://deusasantigas.blogspot.com.br/

     DEUSAS AFRICANAS
3) http://literatortura.com/2013/10/deuses-deusas-africanas-incrivel-ensaio-fotografico/

     DIVINDADES INDÍGENAS
4) http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_guarani

      NIMROD-MARIOLATRIA
5) http://solascriptura-tt.org/Seitas/Romanismo/Nacoes-NimrodeSemiramisMariaBabelBabilonia-Trois.htm

     

     DEUSA ASTARTE
6) http://pt.wikipedia.org/wiki/Astarte




                                                                                                                    

     DEUSA ASERA
7) http://pt.wikipedia.org/wiki/Aser%C3%A1
















ASERÁ

Ainda hoje existem adoradores da deusa Aserá, que alegam que o Deus da Bíblia, Javé, era casado com Aserá e que esta o traiu com o deus Moloque... Infelimente quando Salomão abandonou a Deus, ele cultuou esta falsa deusa. A Ela Salomão construiu santuário em lugar alto.

Aserá, (do hebraico אשרה), é uma deusa do panteão semítico e amplamente citada na Bíblia. Aserá, era também adorada pelos cananitas fenícios e babilónicos, sendo nessas culturas conhecida pelos nomes de :

Asterath, Astorate, Asterote, Astarte, Aserá, Baalat

Conforme descrito no II Livro de Reis 23, a Deusa Aserá era adorada no Templo de Javé, quando o povo desviou-se de Deus.

O culto a deusa Aserá implicava em culto com sexo, onde os adoradores faziam sexo com as sacerdotisas do templo. As sacerdotisas de Aserá eram conhecidas por Qedeshim e nas Escrituras encontramos alusão a estas no livro de Deuteronómio 23,18, onde se lê:



«Entre as israelitas não haverá prostituta sagrada, [«Qedeshoth»], nem prostituto sagrado [«Qedeshim»] entre os israelitas.


Aserá era adorada em lugares altos, onde os seus sacerdotes lhe queimavam incenso, conforme revelado em II Reis 23, 8.



A adoração a Aserá era celebrado debaixo e árvores, os chamados "asherim" para ser colocada no altar dos seus templos, ou em lugares altos. Assim esta escrito:

não plantes um poste sagrado ou arvore junto a um altar que tenhas feito para Deus, nem levantes estela, [ coluna com inscrições] porque o teu Deus odeia-a

Deuteronómio 16:21.






Em 1934, o arqueólogo britânico James L. Starkey encontrou o jarro de Lachish, datado aproximadamente no 13º século a.E.C, provavelmente ano 1220.O jarro é decorado e contém inscrições raras do antigo alfabeto semítico. Na decoração há o desenho de uma árvore flanqueada por duas cabras com longos chifres para trás, que, segundo Ruth Hestrin, representa Asherah. Uma inscrição que segue pela borda do jarro tem sido reconstruída e traduzida por Frank M. Cross, como: “Mattan. Um oferecimento para minha senhora 'Elat”.

Na Bíblia vemos muitas vezes o povo de Israel se dsviando do culto verdadeiroe indo após deuses falsos como Aserá. Tais judeus apóstatas cultuavam ao Deus verdadeiro Javé e a Aserá, como se ambos fossem um casal de deuses como mostra a notícia abaixo:

" Em Khirbet el-Qom, ao oeste de Hebron, em 1967, outro arqueólogo encontrou um túmulo judaico da segunda metade do século VIII (Discovery, 1993), com uma inscrição na parede interior que Croatto (2001, p. 36) traduz como:“1. Urijahu [...] sua inscrição.2. Abençoado seja Urijahu por Javé (lyhwh)3. sua luz por Asherah, a que mantém sua mão sobre ele4. por sua rpy, que...”
desenhos e inscrições foram encontradas e identificadas como pithos A e pithos B. Na inscrição do pithos A se lê:“Diz... Diga a Jehallel... Josafa e...”:Abençoo-vos em YHWH de Samaria e sua Asherah”. No pithos B se lê:“Diz Amarjahu: Diga ao meu Senhor: Estás bem?”.Abençoo-te em YHWH de Teman e sua Asherah.Ele te abençoa e te guarde e com meu senhor ”.



A DOADORA DA VIDA ASERÁ



DEUSA ASERÁ
Aserá é uma Deusa cananéia muito antiga, uma inscrição suméria datando de 1750 a.C. se refere a ela como a esposa de Anu, que pode ser identificado como El, o deus pai do panteão cananeu, cujo papel é muito similar ao deus sumério An. Aserá era chamada "A Senhora do Mar", o que a relaciona com a Nammu suméria e com a Ísis egípcia, "nascida da umidade". É possível que Aserá se convertesse na esposa de Yahvé aos olhos dos hebreus quando o deus assimilou a iconografia de deus pai que havia pertencido a El.

Seu outro título era "Mãe dos Deuses", como a Deusa Ninhursag suméria, e entre seus setenta filhos figuram Baal e Mot, e sua filha Anat. Os reis de alimentavam de seus peitos, como se alimentavam da Deusa na Suméria e no Egito.

Como o símbolo astrológico de Baal era o Sol, Asera é freqüentemente associada com à Lua, mas seu símbolo era o planeta Vênus. Entre outros títulos se destacam ainda:"rainha do céu" (Jeremias 7:18; 44:17,19); Senhora dos Céus, da Terra e do Mundo Subterrâneo; o grande princípio fêmea universal. Dizia-se que em suas mãos estavam a vida, a morte e a renovação de toda a natureza.

Fig 1: Tampa de uma caixa de ungüentos micênica que mostra uma
Deusa Mãe com espiga de trigo nas mãos e está sentada entre
duas cabras (1300 a. C. Ugarit, Ras Shamra, Ao norte de Canaã)
Na tampa da caixa (Fig 1. acima), lindamente decorada, a Deusa Mãe Aserá ocupa o lugar da árvore da vida entre seus animais, que dependem dela para subsistir. Como imagem da árvore da vida, se alçava nos templos e bosques de Canaã, e era venerada como "Doadora de Vida".

Muitas de suas imagens, chamadas "asherim", eram esculpidas em madeira e colocadas junto ao altar nos templos, ou em um bosque próximo ou sobre altares dispostos no alto de colinas ou em "lugares elevados",consagrados à Deusa, como em Creta. Uma imagem permaneceu durante muitos séculos no grande templo de Salomão, em Jerusalém.


Na Fig 2 (acima), a Deusa a segura os seios como o mesmo gesto que a imagem babilônia de Isthar, sugere a oferenda do alimento que flui deles. É possível que as "asherim" fossem verdadeiras árvores, muito provavelmente o sicômoro ou amoreira negra, com seu fruto rico e escuro e sua seiva leitosa, que pertenciam a Deusa no Egito e em Creta. Fossem árvores ou efígies, as "asherim" eram as que provocavam a fúria dos profetas e as orgias da destruição à mão de certos reis que, de vez em quando, instigados pelos profetas, ordenavam sua eliminação imediata.

A palavra "Aserá" na Bíblia pode referir-se tanto a própria Deusa como sua imagem de madeira esculpida, embora nenhuma dessas imagens sobreviveu. No entanto, muitas figuras de argila, pequenas e nuas, são encontradas no interior das casas; e o corpo e as pernas, têm uma coluna cilíndrica que terminas em uma base plana, como a fig. 2. Possivelmente fossem pequenos modelos de imagens maiores que encontravam-se nos bosques e tempos, enquanto que a qualidade da fig. 1 sugere que estas eram mais elaboradas. Em cada escavação arqueológica importante na Palestina são encontradas figuras femininas, datadas entre 2.000 a.C até 600 a.C. É possível que as mulheres usassem estas diminutas imagens para pedir a Aserá sua ajuda no parto ou para que lhes concedesse fertilidade.

Aserá foi a Deusa de Tiro e da Sidônia em épocas longínquas, ao menos desde 1200 a.C, e foi provavelmente uma esposa sidônia de Salomão quem a introduziu na corte do rei hebreu. Mais tarde, o rei Ajab (873-852 a. C.) se casou com Jezabel, filha de um rei da Sidônia, e o culto a Aserá foi estabelecido de novo na corte., junto com seu filho Baal.

O culto à Asera no reino do norte, Israel, persistiu até 721 a.C., mas permaneceu em Betel, pois lemos em Josias, que o rei de Judá (629-609 a.C), destruiu os altares que haviam sido erigidos por Jeroboam 300 anos antes e como "queimou as Aserás". Queimou o altar, rompeu as pedras, as reduziu à pó, e queimou o cipó sagrado).

Existem muitas referências veladas dos profetas às práticas nos templos cananeus, e também a interpretação de sonhos. O profeta Elias assinala que "a profecia extática israelita têm suas raízes profundas na religião cananéia", as sacerdotisas e sacerdotes cananeus eram iniciados nas artes xamânicas. As sacerdotisas e sacerdotes de Aserá e Baal eram chamados profetas, porém a prática de sua vocação vinha sendo cada vez mais amenizada. Finalmente foi suprimida pelos profetas hebreus como intérpretes da palavra divina.

Fig. 3

Aserá era o pão da vida original. As mulheres hebréias e canaanitas amassavam o pães com sua figura e eram benditos e comidos ritualmente. Esse pão é o precursor da hóstia da comunhão. Eram encontrados ídolos seus debaixo de cada árvore e era esculpida em árvores vivas (Fig. 3) ou se erigiam como postes ou pilares ao lado dos altares ao longo dos caminhos. O culto se refinou com a Ártemis síria, da qual se faziam imagens de argila. Os antigos rituais sexuais (que atualmente são erroneamente considerados como simples cultos à prostituição) associados à adoração de Aserá, asseguravam a continuação dos padrões de descendência matrilinear, com sua sociedade afastada dos valores do dominador. Os sacerdotes iconoclastas hebreus desarraigaram a Aserá, suplantando a cultura matriarcal com a patriarcal. Esse referência Judeu-Cristã dessa lei dos Levitas, passou ao Império Romano, e é a fonte da atual desigualdade sexual.

ASERÁ E LILITH

O nome de Lilith se deriva da palavra assíria "lilta", um demônio feminino, ou espírito do vento. Porém, anteriormente, aparece como "Lillake" em uma tablita suméria de 2000 a.C., encontrada em Ur que contêm o conto de Gilgamesh e da Árvore Huluppu, um salgueiro sagrado. Ali ela é um ser demoníaco que vive no tronco da árvore do salgueiro arrancado pela Deusa Inanna e lançado aos bancos do rio Eufrates.

Lilith é uma deidade conectada estreitamente com Inanna. Lilith se sentou originalmente em seu trono, uma árvore de salgueiro de três galhos com uma serpente dragão em suas raízes e Anzu ou pássaro Zu ou Ku (o deus sumério das tormentas) nos galhos. Essa árvore estava consagrada a Deusa e foi plantada por Inanna no rio Eufrates. A representavam como uma bela mulher nua com peitos proeminentes, situada entre dois leões, flanqueados por duas corujas, usando um turbante de serpente e com asas. Em suas mãos tem o símbolo do poder. Liltih se relaciona em várias ocasiões com a árvore do conhecimento. As vezes se mostra na árvore com o rabo da serpente e pés de animal.

Os ícones dedicados a Aserá mostram pinturas de uma "árvore sagrada". Entre outros títulos, Asera era conhecida como "A Deusa da Árvore da Vida", "A Divina Dama do Éden" e "A Senhora da Serpente". Aserá era representada, as vezes, como uma mulher que carregava uma ou mais serpentes nas mãos. Era a serpente de Aserá quem aconselhou Eva para desobedecer a ordem de deus de não comer da árvore sagrada. Em resumo, Aserá era uma das múltiplas representações de Lilith.

Segundo a Biblia, os antigos adoradores de Aserá incluíam ao rei sábio Salomão e outros reis bíblicos, assim como suas esposas e filhas de Jerusalém. Os profetas do antigo testamento, as vezes, os criticavam por oferecerem incenso à Rainha dos Céus. Como sabemos, esses rituais sempre eram realizados em frente à uma árvore que representava a Deusa. Era a árvore do bem e do mal, a árvore do conhecimento, a árvore da vida, enfim, a árvore Huluppu.

Esse ritual realizado em torno da árvore, chegou aos nossos dias e hoje nós a conhecemos como a Árvore de Natal.

CONECTANDO-SE COM ASERÁ

A Deusa Aserá está diretamente associada com a árvore de Natal e as festas natalinas. Os melhores dias para estabelecermos conexão com Ela são: 10 e 15/02, 17/03 e 25/12. o Dia consagrado é o sábado.

Seus símbolos são: o leão, os lírios, o salgueiro, um triângulo, uma coluna ou uma cruz.

Ela é a Grande Mãe, associada à fertilidade e ao sexo, regente do Céu e do planeta Vênus. Conecte-se com essa Deusa poderosa, olhando para Vênus (a estrela matutina ou vespertina), faça seus pedidos, medite e, em seguida, olhe para um espelho ou para a superfície de um lago até perceber alguma imagem ou receber alguma mensagem ou intuição.

(O Anuário da Grande Mãe - Mirela Faur; pág. 68)

Asera é a Deusa que traz bênçãos especiais para a família e ajuda as pessoas à atingir seus objetivos e sonhos.
Texto pesquisado e desenvolvido por
ROSANE VOLPATTO
IN: 
http://www.rosanevolpatto.trd.br/deusaasera.htm




 8) http://pt.wikipedia.org/wiki/Baal

 8.1)    http://pt.wikipedia.org/wiki/Baal_(dem%C3%B3nio)


























Goel
“O vingador do sangue”
A palavra redenção vem de: Lutron (grego), preço de soltura, resgate, preço de resgate, 3 vezes. Lutroo (grego), resgatar, redimir, libertar pelo pagamento de um preço, 3 vezes. Lurosis(grego), Apolutrosis (grego), redenção, soltura, libertação. Palavras hebraicas: padâh, resgatar, redimir; gaal, redimir, agir como parente; goel, redentor.O significado de redenção é libertar pagando um preço.Libertar da escravidão ou de algum domínio sobre outrem.
Para os judeus a figura da redenção é tida na libertação divina da escravidão no Egito como evento mais notável do Velho Testamento. Essa redenção fora feita de duas maneiras: 1) por meio do sangue do cordeiro (Ex 12.1-13); e 2) a libertação do poder do inimigo (Ex 12.26,27; 13.13,14).
Para os gentios, o sentido é o de libertar um escravo, cuja liberdade era paga (1Pe 1.18).A redenção trata da morte de Cristo e o preço do resgate que Ele pagou para providenciar a salvação.
A palavra Agoradzo (grego) significa que redenção é um ato de comprar, entrar no mercado e comprar. Isto é verificado pelo fato de Cristo ter entrado no mercado do pecado e então comprou, pagando com o Seu próprio sangue (1Co 6.20; 7.23; 2Pe 2.1; Ap 5.9; 14.3,4).
No Velho Testamento verifica-se que a redenção é obra do poder de Iahweh (Dt 15.15) ou de Seu amor (Sl 44.27).
De acordo com o costume israelita, era possível para alguém ser redentor em causa própria (Lv 25.49).O livro de Rute nos apresenta a figura do Goel, um parente chegado que tinha o direito de redimir.
É mencionada a redenção nacional do povo de Israel (Ex 6.6; 15.13; Sl 78.35; Jr 31.11; 50.33,34); bem como a redenção individual (Ex 13.13-15; Nm 3.41; Jó 19.25); também é mencionada a redenção de propriedade, nome e vida (Lv 25.25-34; Rt 4.4-6; 3.4; Mt 22.23-33; Nm 35.12-34; Js 20.1-6).
O apóstolo Paulo nos ensina que Cristo se tornou a nossa redenção (1Co 1.30). Diz que redenção mediante o sangue de Cristo é a remissão dos pecados (Ef 1.7; Cl 1.14).
De acordo com os próprios ensinos do apóstolo Paulo, Cristo é o agente da redenção (Rm 3.24), realizado por meio da encarnação (Jo 1.12-14).
No passado:
A redenção é apresentado no aspecto passado, pois o resgate já foi pago na Cruz por Cristo. A compra já fora feita pelo sangue.
Paulo nos ensina que aquele que confia no sangue de Cristo é redimido (Rm 3.24,25), com isso é libertado da condenação, bem como da pena do pecado (Rm 8.1).
No presente:
Há também o aspecto presente, no qual o crente é libertado do poder do pecado (Rm 6.14), outro lugar no qual o apóstolo Paulo nos ensina que recebemos a redenção da vida, ou libertação do poder do pecado está em Tito 2.14.

No futuro:
Por último, a redenção no futuro, onde o corpo do crente é redimido, completando assim o o quadro da redenção (Rm 8.23), isso acontecerá em (1Co 15.52; Fp 3.21).
 Tomar novamente posse de uma pessoa ou coisa, reaver pela compra, tornar a alcançar um direito, são atos que a lei mosaica regula com muita particularidade. A redenção de terras e de casas (Lv 25.23,24,29), de um israelita (Lv 25.48), e de uma propriedade votada ou consagrada a Deus (Lv 27.9 a 27) acha-se claramente legalizada. Todavia, como a pessoa que havia vendido a casa, ou a terra, ou a si próprio, poucas probabilidades tinha de alcançar os meios de resgatar o que tinha sido alienado, era assegurado aos seus parentes o direito da redenção (Lv 25.48,49). Deste modo o hebraico‘góel’ (‘resgatador’) veio a significar parente (Rt 2.20, etc.). Este ‘goel’ exercia o direito de‘vingador de sangue’ (Nm 35.19,21,27 - Dt 19.12). outra palavra hebraica é empregada para significar a redenção do primogênito (Êx 13.13,15). No N.T. as duas idéias que as palavras redenção e remir do A.T. sugerem, são compra (Gl 3.13 - 4.5, e Ap 5.9), e libertação (Lc 1.68 - 24.21 - Rm 3.24 - Ef 1.7 - Tt 2.14 - 1 Pe 1.18
 fonte:http://www.webservos.com.br/gospel/estudos/estudos_show.asp?id=937








 
Aúra-Masda
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Aúra-Masda


Relevo representando Aúra-Masda emPersépolis, no atual Irã
Ormasde • Ahura Mazda • Ormuzd
deus persa do bem
DescendênciaAtar • Gayomart • Mitra
SímboloFaravahar

                                                                                                                Commons
Commons possui multimídias sobre Aúra-Masda



Aúra-Masda, Ormasde,1 Ahura Mazda ou Ormuzd2 era o princípio ou deus do bem, segundo o zoroastrismo e a mitologia persa. Vivia em luta constante contra seu irmão gêmeo, o princípio ou deus do mal conhecido como Arimã. Ambos eram filhos do primeiro deus criador, Zurvan (o tempo). Arimã, como filho primogênito, era mais poderoso que Aúra-Masda e teria um reinado de mil anos. Porém, após esse período, ele seria derrotado por Aúra-Masda.






Aúra-Masda também era o deus do céu, da sabedoria, da abundância e da fertilidade. Podia profetizar. Era defendido por um grupo de espíritos chamados de Amshaspends. Era pai de Atar, o fogo do céu; de Gayomart, o primeiro ser humano mortal (o primeiro ser humano, segundo a mitologia persa, havia sido Yima, que era imortal), criado a partir da luz e que teria dado origem a todos os demais seres humanos; e de Mitra, deus da sabedoria, da guerra e do sol.


O Templo Zoroastriano da Luz Benevolente


Etimologia

"Aúra-Masda" é um termo sânscrito4 que significa "Senhor Sábio".5 "Ormasde" também é derivado do sânscrito.
Origens do mito

Era um dos deuses existentes na cultura indo-iraniana, pré-zoroastriana, politeísta, com muitas semelhanças à Índia Védica, dado que as populações que habitavam tanto o atual Irã quanto a atual Índia descendiam de um mesmo povo, os arianos (ou indo-iranianos). À época em que Zaratustra (em grego, "Zoroastro") nasceu, no século VII a.C., os seres espirituais naquela sociedade enquadravam-se em duas classes, ambas de características distintas: os ahuras e os daivas (em sânscrito: deivas, "deuses").





Antes de desaguar no que viria a ser o zoroastrismo, aquela religião politeísta parte para um dualismo. Os ahuras ou asuras passam a ser vistos como seres que escolheram o bem e os daivas, o mal. Na Índia, o percurso seria o inverso. Zaratustra, segundo uma visão que ele teve, eleva Ahura Mazda ("Senhor Sábio") ao estatuto de divindade suprema, após Vohu Mano, a "Boa Mente", aparecer para ele e revelar-lhe que Ahura Mazda era o deus supremo que tudo governava. Dessa divindade suprema, teriam emanado seis espíritos: os Amesas Spenta ("Imortais Sagrados"), que auxiliam Aúra-Masda na realização de seus desígnios. Eram eles: Vohu-Mano ("Espírito do Bem"); Asa-Vahista ("Retidão Suprema"); Khsathra Varya ("Governo Ideal"); Spenta Armaiti ("Piedade Sagrada"); Haurvatat ("Perfeição") e Ameretat ("Imortalidade").





Juntos, Aúra-Masda e esses entes travam luta permanente contra o princípio do mal, Angra Mainyu (ou Arimã), por sua vez acompanhado de entidades demoníacas: o mau pensamento; a mentira, a rebelião, o mau governo, a doença e a morte. Seu símbolo era o sol e o fogo, este último atuando como mensageiro entre os homens e Aúra-Masda. Seu profeta foi chamado de Zoroastro (ou Zaratustra) e foi autor do livro sagrado do mazdeísmo, o Zend-Avesta. Mazda terá nascido a 25 de Dezembro.[carece de fontes]